E eu costumo ser o orgulho em pessoa, o egoísmo em ego e a fofura em extinção. Costumo selecionar quem fará parte da minha realidade, e não acho fácil me livrar do que faz mal. Costumo sentir uma dor incomum, a quase todo o momento. E o mais incrível? Bem, no fundo essa dor é prazerosa. Talvez sem ela eu não teria emoção, ou histórias. Eu também costumo não saber lidar com o que deveria, e ser expert nas piores coisas. Costumo ser o avesso do que seria perfeito, o contrário do bom e exatamente espelhada no errado. (amarga concepção)